Segunda abre com um plano. Às nove e meia entra o cliente que ameaça sair, o fornecedor que atrasou, a pessoa-chave que pediu demissão.
Sexta-feira, as decisões que mudariam o ano continuam na lista, junto com a IA.
Você construiu a empresa para ela trabalhar por você. Hoje a sua agenda é dela.
Contratei um time e passei dois anos reconstruindo os nossos produtos. No fim, jogamos tudo fora.
O pior nem foi o tempo perdido. Foi entender, tarde, que o problema nunca tinha sido de esforço. Toda vez que eu batia em um problema, a pergunta era a mesma: como eu resolvo isso?
Aí a pergunta virou, e virou para sempre: "Quem sabe resolver isso?"
Resolver sozinho, do zero, é lento, é caro e é um pouco arrogante. Achar quem já sabe é mais rápido, mais barato e, olhando para trás, mais humilde.
Eu não preciso ser bom em tudo. Preciso me conectar com quem é bom no que eu não sou.
Foi essa troca que me levou a ajudar a criar o primeiro fundo de investimento em startups de Caxias do Sul, junto com o Instituto Hélice, onde sou o maior investidor. A mentorar dezenas de startups. A comprar duas. A fazer a empresa crescer sete vezes. E a vender ela conectando a um grupo maior.
Eu sei o que passei. E gostaria de ter tido alguém para conversar antes de errar tanto.
Não falta informação. Falta com quem pensar. Em quatro meses você aprende a enxergar onde a IA gera vantagem no seu negócio e persegue, comigo ao lado, um objetivo concreto.
Para quem está no comando e não tem com quem trocar antes de decidir.
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