Pela primeira vez, o assunto que decide o seu futuro é o que você menos domina.
Tudo parece urgente, tudo parece caro e ninguém no seu mercado tem know-how para te dizer o que funciona para o seu negócio.
Segunda abre com um plano. Às nove e meia entra o cliente que ameaça sair.
Na sexta, as decisões que mudariam o ano continuam na lista, junto com a IA.
Você construiu a empresa para ela trabalhar por você. Hoje a sua agenda é dela.
Comprar o concorrente, vender a empresa, trocar quem está há dez anos ao seu lado.
Lá dentro, pensar em voz alta já é anunciar.
Dezoito anos como Diretor de Produto e Inovação na Metadados. A empresa cresceu sete vezes, comprei duas startups e vendemos o negócio para o grupo canadense Volaris, acima de nove dígitos.
Em 2023 coloquei IA dentro do produto, antes de virar assunto. Hoje eu opero a minha empresa com um sistema de IA que construí para mim.
Consultor de IA nunca sentou na sua cadeira de C-Level. Conselheiro de empresas nunca abriu o motor da IA. Eu faço os dois.

Contratei um time e passei dois anos reconstruindo os nossos produtos. No fim, jogamos tudo fora.
O pior foi entender, tarde, que o problema nunca tinha sido de esforço. Toda vez que eu batia em um problema, a pergunta era a mesma: como eu resolvo isso?
Aí a pergunta virou para sempre: "Quem sabe resolver isso?"
Resolver sozinho é lento, caro e um pouco arrogante. Achar quem já sabe é mais rápido, mais barato e mais humilde.
Eu não preciso ser bom em tudo. Preciso me conectar com quem é bom no que eu não sou.
Gostaria de ter tido alguém para conversar antes de errar tanto.
Em quatro meses você aprende a enxergar onde a IA gera vantagem no seu negócio e persegue, comigo ao lado, um objetivo com meta e prazo.
Para quem está no comando e não tem com quem trocar antes de decidir.
Encontros quinzenais ao vivo, ao longo de quatro meses.
Turma fechada de oito CEOs e C-levels, com curadoria de entrada.
Conversas individuais sempre que você precisar, com a sua pauta.